E ai, nerd?! Trago para vocês um review misturado com uma notícia. Trata-se do filme Cinderella lançado em março deste ano (sei que está atrasado, mas agora vai um combo). Como todo mundo já conhece a sinopse, então vamos para a review. (Brinks!)

bunkernerd_A era das adaptações começou_Cinderella(2015)

Bom, em Cinderella somos apresentados à pequena Ella, que tem o coração mais puro já visto naquele mundo cheio de crueldade. Em uma fatalidade, sua mãe morre, mas antes de falecer, faz a filha prometer que sempre teria coragem e que seria sempre gentil com os outros. Quando Ella já está adulta, seu pai vive o segundo casamento com Tremaine (Cate Blanchett). A nova madrasta muda-se com suas duas filhas para a casa de Ella. Porém, o pai da protagonista acaba morrendo em um acidente durante uma viagem e Ella se vê órfã e  tendo que sustentar a casa. Tremaine (a madrasta) demite todos os funcionários tornado Ella a única empregada.

Até aí vocês provavelmente já sabiam, pois, acredito que todos viram a animação da década de 50 da Disney. Quando fui assistir ao filme, sabendo que era uma adaptação da live-action da Disney, já imaginava que seria bonito (visualmente). E acertei! Todos os cenários, figurinos e efeitos são muito bens feitos. Porém, eu esperava algo mais do filme.

Por ser uma adaptação, pensei que realmente tivesse uma adaptação para a tela do cinema (ficou meio confusa a frase, mas irei explicar). Alguns de vocês devem ter assistido aquele filme horrível com a Kristen Stewart chamado Branca de Neve e o Caçador ou o A Garota da Capa Vermelha, com a Amanda Seyfried. Ambos os filmes são adaptações de contos de fadas, mas contam a história de forma diferente e com a temática um pouco mais adulta. E temos Malévola, da própria Disney, que contou a história de origem da vilã do conto da Bela Adormecida.

bunkernerd_A era das adaptações começou_Cinderella2015_Malévola

E eu, por algum motivo, esperei que Cinderella seria uma adaptação desse tipo. Porém, o filme é exatamente como a animação dos anos 50, acrescentando apenas algumas cenas. E isso é ruim?! Espere porque essa pergunta será respondida daqui a pouco.

O elenco do filme é muito bom. Temos Cate Blanchett (a querida Galadriel) como a Madrasta; Richard Madden (Robb Stark) como o Príncipe; Helena Bonham (Bellatrix Lestrange) como Fada Madrinha e Holliday Grainger (The Borgias) como Anastasia, meia-irmã.

Talvez deva estar se perguntando por que o nome da protagonista é Ella e não Cinderella. Em uma cena, Ella está com o rosto sujo de cinzas e uma de suas meio-irmãs a apelida de Cinder (cinza), portanto, Cinderella.

Agora entra a parte da notícia: Após o grande sucesso de bilheteria de Malévola (e, atualmente, Cinderela) a Disney está apostando suas cartas em adaptações live-action. O próximo filme a ser lançado será The Jungle Book (feito em 1967) que é a história do menino Mogli (e que, infelizmente já teve uma adaptação com atores em 1994… e que não foi grandes coisas).

Notícias relatam que Scarlett Johansson será a dubladora da serpente Kaa, Christopher Walken fará a voz de King Louie (o rei orangotango), Bill Murray (Monstros S.A e Universidade Monstro) será a voz de Baloo, Lupita Nyong’o dublará Rakcha, Ben Kingsley o Bagheera e Neel Sethi, esse pequeno na foto abaixo, viverá Mogli.

bunkernerd_A era das adaptações começou_The Jungle Book--Mogli

A Disney também está com planos para as adaptações de Mulan, Sininho, Aladdin (que na verdade contará a história do Gênio), e de Bela e a Fera (que, reza a lenda, será protagonizada pela querida Emma Watson – a Hermione de Harry Potter). O mais impressionante desses projetos é a adaptação de Dumbo.

Recentemente, dia 21 de julho, mais um projeto foi adicionado a essa lista: A Espada Era a Lei. Animação que retrata a famosa lenda do Rei Artur, porém, acompanhando a infância do jovem que consegue retirar e erguer uma espada presa numa bigorna, excalibur.

bunkernerd_A era das adaptações começou_A Espada era a Lei

Agora, respondendo a pergunta feita lá em cima: a questão de ser ruim varia de acordo com que assiste. Ao meu ver, essas adaptações são para o público mais jovem, que ainda não assistiu as animações ou se assistiu, acharam ruim. Por qualquer quer seja o motivo, eu realmente gostei e estou ansioso para ver as novas adaptações (tirando Dumbo). Porém, o que vai atrair realmente o público mais “velho”, será o sentimento de nostalgia, caso esses filmes não sofram alterações o suficiente.

 

Por B. Santos

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