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Depois de uma excelente noite de sono, o grupo se alimenta bem graças benção dada por Adunnon. Avan logo após acordar, interroga Folmar que não tem mais vontade de viver, o meio-elfo sofredor revela que Helker estava criando um mutagênico que tirava a parte humana dos meio-elfos e os transformando em servos sem vontade, ele também contou que havia escutado algo sobre uma entidade do pesadelo que andava pelas sombras; após ouvir toda a triste história contada por Folmar e se sensibilizar com o sofrimento do pobre meio-elfo, Avan decide terminar com a vida do coitado e encaminhá-lo para o caminho dos grandes elfos; Victor e Drahul ao saber do acontecido, ajudam a sepultar o Folmar na cabana de Adunnon.

Chegando na ponte dos Deuses caídos encontram um Djinn vermelho, que se divertiu com a falta de habilidade que Avan apresentou ao tentar pular a ponte quebrada. Com seu riso maléfico o Djinn fala: “Há muito tempo que não vejo vocês por aqui! O primeiro desceu aqui. Vocês são as maldições de Malkais, vocês são seres fracos e patéticos”, ao desparecer, sua voz ainda se manteve tenebrosa num eco horroroso que soou debochando deles “seres patéticos”.

A ponte dos deuses caídos era uma construção mítica com 2 dragões brancos e uma ponte quebrada em seus pés. A ponte foi estudada por Drahul que percebeu que não haviam fragmentos da ponte quebrada em nenhum lugar do pequeno córrego que passava embaixo da ponte. Parecia que algo havia transformado em pó a construção de pedra.

Ponte 001

Curioso com o desaparecimento do Djinn, Drahul escala em um dos dragões e percebe então uma pequena inscrição em cima da cabeça de pedra. O símbolo não parecia fazer nenhum sentido, então ele logo pegou um pedaço de pergaminho e desenhou a parte do símbolo que encontrara, para perguntar em alguma cidade no caminho se alguém conheceria o tal símbolo.

Ainda curioso, ele vai para a outra cabeça de dragão e encontra mais um símbolo, dessa vez bem desgastado e ainda mais destruído pelo tempo. Parecia que algo ou alguém teria danificado esse símbolo para que ninguém o encontrasse.

Com o início da chuva, Victor sente a necessidade de encontrar um bom lugar para que possam descansar, resolve então entrar nas ruinas do suposto vilarejo que existia ali e encontra acidentalmente outro um símbolo que está muito danificado, e de imediato, o desenha num pergaminho. Intrigado com a pedra que seu pai lhe deu, ele aproxima a pedra do símbolo e nada acontece, nesse momento Victor lembra dos fragmentos dos portões de Amarin e resolve aproximar a pedra deles, quando faz isso os fragmentos brilham levemente.

Victor encontra um bom lugar para dormir, o acampamento é montado e Drahul faz o primeiro turno. Analisando a ponte e também o rio, Drahul encontra pedras que se assemelham ao peito de pedra dos dragões que ornamentam a ponte; não contente apenas com essa imagem, Drahul mergulha e encontra o corpo do terceiro dragão no fundo desse pequeno córrego, analisando a cabeça da estátua ele encontra o terceiro símbolo, que também está totalmente danificado.

Voltando para dentro das ruinas eles conversam sobre teorias sobre os símbolos e coisas encontradas nos dragões. De repente Victor desmaia, espumando pela boca ele cria garras e morde Drahul, chupando um pouco do seu sangue, após um pequeno alvoroço Victor acorda e sai correndo.

Com toda essa confusão, outro Djinn branco aparece profetizando: “Eles que caíram um dia levantaram. Existem várias criaturas que estão criando vários meios de vocês não descobrirem quem são, lembrem-se da ponte e essa não será a última vez que nos encontraremos. Não adentrem os portões de Mulcalak, vocês não conseguiram passar pelos portões!”.

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@RenatoEstranho

We drank, we fought, we made our ancestors proud. Andando e vivendo com o caderno na mão para não perder a informação. Publicitário metido a escritor com ideias que precisa por no papel. "From womb to tomb, we are bound to others, past and present.” Cloud Atlas.