Para entender esse post é necessário ler o post sobre a primeira e segunda sessão.

Com o monastério em ataque Avan, Victor e Drahul mal conseguem descansar. Um guerreiro empunhando um grande martelo em uma das mãos e uma espada na outra, entrou em ataque, focado em capturar Helke, que era famoso por comandar e administrar o templo de cura de toda Malkais.

As flechas em chamas faziam com que os telhados sentissem o poder do fogo que agora se alastrava pelos corredores da cidade mais pacata de toda a região. Os monges estavam em fuga, pois não haviam guardas para proteger o monastério.

Durante a corrida para longe da batalha, Avan avista um homem (Elias) sendo escoltado por 2 halflings encarregados de sua proteção. Quando abordado pelos aventureiros ele diz estar protegendo um item que a pedido de Cyrus (mentor de Victor) não poderia cair nas mãos desse homem que ameaçava todo o monastério. Goul de maneira impiedosa destruiria todo o monastério, fazendo de tudo para colocar suas mãos em Helke e uma pedra que há muito tempo corrompia sua mente com ambição e ódio.

monastério

Com a entrada de Goul no monastério todos os monges sentiam o medo e desespero no ar. Durante o debate com Elias, Drahul percebe a aproximação do guerreiro e avisa seus companheiros para se afastarem o mais rápido possível. Cyrus se aproxima dos aventureiros e para a surpresa de Victor o abraça e cai em lágrimas, dizendo aos prantos: “Saia daqui Victor! Ele não pode encontrar você e muito menos essa pedra que Elias segura em suas mãos”. Pegando a pedra das mãos de Elias, Cyrus diz para Victor: “Fujam daqui o mais rápido possível! Eu mesmo irei atrasar esse assassino, dando tempo para vocês irem o mais longe possível”.

A batalha entre um mestre de poções e um guerreiro extremamente hábil na arte da espada começa. Após uma breve batalha, Goul vencer Cyrus e antes de finaliza-lo grita para todos ouvirem: “Eu o encontrarei Cyrus! E então seu filho Victor sofrerá um destino ainda pior do que o seu”; o martelo do guerreiro desce ferozmente sobre a cabeça de Cyrus, deixando seu corpo inerte no chão agora coberto de sangue.

Os aventureiros então encontram uma passagem secreta para os tuneis de Helke e conseguem assim ganhar uma vantagem sobre Goul. Elias guia Drahul e Avan pelos tuneis enquanto Victor busca mais informações sobre o monastério e sua expulsão nas livrarias secretas.

Durante a corrida até uma saída utilizada apenas por Helke; Drahul e Avan passam por uma das salas de tortura, onde encontram o meio elfo Folmar que comprova que Helke estava estudando meio elfos para criar uma “cura” para Kerith (líder dos elfos do leste). Avan fica indignado com a crueldade de Helke e liberta Folmar que precisa ser carregado pelos corredores estreitos dos tuneis secretos.

Ainda a caminho da saída, Drahul passa por uma pequena sala intitulada “Sala do povo das sombras”; nessa sala eles encontram um pequeno altar com um livro e 2 tochas com fogo negro. Hábil na percepção de armadilhas, Drahul pede para que Avan acerte o livro com uma de suas flechas o derrube de cima do altar, para que nenhuma armadilha seja acionada. Com o livro fora do altar Drahul vê o espectro que o assombra por muito tempo, Menec, que fala com Drahul dizendo: “Obrigado por me fortalecer ainda mais Drahul! Meu poder nessa sala é ainda maior. Será que o destino de seus pais será o mesmo que desse meio elfo que Avan carrega? Nós ainda nos encontraremos, o sangue de sua família é tudo que preciso. Ainda nos encontraremos em meus portões ”. Com o piscar das tochas 3 mortos vivos são invocados na sala escura. Assustados com o poder dos esqueletos, Avan e Drahul fogem, vendo que tais mortos vivos não conseguem sair da sala amaldiçoada. Em sua fuga Drahul escuta uma voz feminina que diz: “Filho, os portões de Amarin não devem ser julgados tão facilmente e cuidado para não se perder no deserto de Mulcalak; sua família jamais o esqueceu”.

Victor que foi para outro caminho nos tuneis, abasteceu seus frascos para poções e segue direto para a biblioteca mais secreta de todo o monastério. Intrigado com a pedra que Elias carregava, procura um livro que explicasse mais sobre as propriedades magicas de tal esfera. Ainda na sala, percebe uma presença que também habita esse local de conhecimento, Ironbeard, um ent que se comunica com todos os ents e arvores de Malkais. Nessa conversa, pergunta ao ent o que seriam os fragmentos de rocha que estão em um pequeno altar no centro da biblioteca. O ent explica que as pedras são fragmentos dos portões de Amarin.

Chronus Lantern

Tendo coletado todas as informações, Victor resolve ir encontrar seus amigos e acaba sendo pego por mortos vivos aprisionados em uma sala. Assustado com o poder dos mortos vivos toma uma poção que havia caído de um dos bolsos de seu pai, que o transforma em um grande elemental de fogo, facilitando sua vitória contra os mortos vivos.

Novamente unidos os aventureiros seguem rumo a ponte dos deuses caídos, pois seria preciso passar por ela para seguir em direção a Shadow Dragon, a segunda maior cidade de Malkais. Elias não os acompanha e ruma para o monastério em chamas, prometendo trazer o monastério novamente a sua glória.

No caminho para a ponte encontram o Xamã Adunnon, que diz apenas ser um servo das estrelas. Ele diz aos aventureiros que Rupert estaria em uma cidade fortificada ao norte, revela também que Onog é um ritual que aconteceu no vilarejo de Onog, fala também sobre o deserto de Mulcalak e todas os seus mistérios. Poucas pessoas conseguem sair de lá e os que conseguiram, saíram apenas com ajuda de alguém ou alguma coisa.

Depois dessa longa conversa Adunnon precisa seguir seu rumo e diz: “Dentro dessa cabana encontrarão um bom sono e também ótimos sonhos, não serão atacados e poderão ter o descanso que tanto merecem”.

Adunnon

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@RenatoEstranho

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