Bom dia refugiados, depois de muita luta contra a Skynet tentando nos sabotar, estamos de volta. Hoje, venho para falar sobre o Episódio 2 do DLC de Bioshock Infinite. Sobre a primeira parte deste DLC, vejam minha matéria mais antiga
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“Bioshock Infinite: Burial at Sea – Episode Two”, lançado há poucos menos de um mês, segue como uma continuação do primeiro Episódio, diferente do que muita gente imaginou após o final assustador da primeira parte. Agora, você está no controle de Elizabeth e não mais Booker DeWitt, mas o cenário é o mesmo, a fantástica cidade submarina de Rapture.

Quanto à história, não vou falar muito para não trazer spoilers, mas novamente os produtores desta fantástica série não deixam a desejar. Para algumas pessoas, o final não foi exatamente o esperado, mas não vi nenhuma crítica negativa. O jogo se inicia com Elizabeth em uma Paris tão perfeita que mais parecia um sonho, com o som de La Vie en Rose de Edith Piaf tocando ao fundo. E como nada em Bioshock pode ser lindo, logo se percebe que tudo aquilo não passava realmente de um sonho e o pesadelo de Rapture começa.
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Primeiramente, falando sobre a jogabilidade. Diferente de toda a saga Bioshock, neste DLC, sair atirando não resolverá absolutamente nada, ou melhor, fará você morrer em poucos segundos. Pelo fato de Elizabeth não ser uma porradeira como Booker, temos que recorrer a tática mais usada em jogos como Metal Gear Solid, Dishonored e Thief, que é o “Stealth”, ou seja, ser furtivo, atacar os inimigos sem que eles te vejam, se esconder e aproveitar o melhor momento… E acreditem, isso funcionou melhor do que o imaginado. Me senti, inclusive, em alguns momentos jogando Batman, Arkham Asylum. Sendo Rapture um cenário extremamente sombrio, ser “Sneaky” é algo que parece muito sensato. Simplesmente a opção de sair atirando em tudo e todos, tão marcante em Bioshock Infinite, não funcionará. Os Big Daddys aqui se tornam mais assustadores que nunca, pois Elizabeth não tem o que é necessário para subjulgá-los. Ou seja, neste cenário, Elizabeth não passa de uma mera sobrevivente, cercada por maníacos sociopatas.
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E é assim que a “Irrational Games” se despede do mundo dos games , finalizando seus trabalhos com um de qualidade exemplar. Apenas para quem não sabe, em Fevereiro deste ano, a Irrational Games, desenvolvedora da série Bioshock, fechou as portas.
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Concluindo, se você já jogou e gostou da série Bioshock, “Bioshock Infinite: Burial at Sea – Episode 2” deve ser jogado sem a menor dúvida, dando uma conclusão a esta série sensacional.

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2 Responses

  1. Matheus Baima

    A Irrational Games vai fechar. Isso mesmo, o estúdio por trás da série BioShock e que levou todos os tipos de prêmios com a franquia anunciou nesta terça-feira, 18 de fevereiro, que chegou a hora de encerrar suas atividades — ao menos como nós o conhecemos.

    A notícia pegou todo mundo de surpresa, principalmente após o cofundador da produtora, Ken Levine, publicar uma carta aberta em seu site oficial para justificar os porquês que o levaram a tomar esta decisão. Segundo ele, a empresa começou pequena e com o objetivo de criar mundos únicos e personagens igualmente particulares. Dezessete anos depois, eles não só conseguiram fazer como isso como se tornaram referência na indústria.

    “E o que vem em seguida?”, questiona o próprio Levine em sua mensagem. De acordo com o rosto mais famoso da Irrational, o estúdio se tornou tão grande nesses quase 20 anos que foi preciso fazer mudanças drásticas para que ele e sua equipe pudessem dar o próximo passo. Com uma equipe menor e mais focada no relacionamento com jogos, as coisas tendem a ser diferentes.

    O produtor conta ainda que, nesta nova etapa, os 15 funcionários que restaram da antiga empresa vão iniciar novos trabalhos já dentro da Take-Two, que abriu as portas para que Levine e os demais sobreviventes da Irrational trabalhassem em seus novos projetos.

    Próximo passo

    Mas, afinal qual é este próximo passo que Levine que tanto dar a ponto de sacrificar um dos estúdios mais influentes da atualidade? Segundo ele, o objetivo principal de sua nova equipe é abandonar o mercado AAA e investir em jogos menores, exclusivamente digitais e com um foco muito maior na narrativa e no fato replay.

    Porém, isso não quer dizer que não vamos mais ouvir falar de BioShock a partir desta data. Além do próximo DLC de Infinite que já havia sido anunciado, a Irrational deixou os direitos do game para a 2K, que vai definir qual será o futuro da franquia. Quanto a Levine, ele finaliza dizendo que sua novaempresa possa fazer algo que seja metade do que os universos de Rapture e Columbia um dia foram.

    http://www.baixakijogos.com.br/noticias/irrational-games-fecha-portas_771948.htm

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