Olá refugiados! Não sou crítico de cinema, nem pretendo, mas estou aqui para deixar meus “10 centavos” sobre o filme Sniper Americano que tem dado o que falar na mídia internacional.

Gostaria de alertar que se você nunca ouviu falar de Chris Kyle, não procure sobre o mesmo no Google ou acabará com toda a magia do filme (na minha opinião), mas se você não se importa com spoilers, recomendo a leitura deste link.

Primeiro, você deve saber que Sniper Americano é uma adaptação do livro American Sniper: The Autobiography of the Most Lethal Sniper in U.S. Militar History, que conta a história real de Chris Kyle, um atirador de elite da U.S NAVY SEALS, no tempo em que esteve em campo no Iraque entre os anos de 1999 e 2009.

O filme começa com uma das cenas mais tensas de toda a trama: a primeira puxada de gatilho de Chris cumprindo o seu dever. Porém, a cena é interrompida no momento crucial para contar a história do soldado. Chris, interpretado pelo ator Bradley Cooper, é um garoto do Texas, filho de um pai religioso (e bastante severo) e diácono da igreja de sua cidade. Porém é o próprio pai de Chris que lhe ensina a atirar com 8 anos de idade, quando saiam para caçar.

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A partir deste momento, o filme se alterna sempre entre a vida pessoal de Chris e seu dever no exército, mostrando sua infância, adolescência, o motivo pelo se alistou, seu treinamento, relacionamentos e assim por diante. Mas o que prende a atenção do espectador são as cenas de ação (que na verdade nem sempre tem tanta ação assim).

Como um Sniper, Chris se vê em situações no campo de batalha em que precisa tomar uma decisão rápida para não colocar a vida de seus companheiros em perigo (e algumas delas são bem difíceis), o que acaba atormentando a mente do soldado.

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Nos seus quatro turnos entre o Iraque e suas “férias” no EUA, Chris fica cada vez mais perturbado com as coisas que viu e presenciou na guerra, influenciando diretamente na sua vida pessoal. O final me gerou certa surpresa, já que não conhecia nada sobre a vida de Chris Kyle, porém é algo que fará todo americano patriota e orgulhoso do seu país aplaudir de pé no cinema.

A maioria das cenas de guerra de Sniper Americano são impactantes. Não diga! Claro, é guerra! Não existe trilha sonora, o que fui me dar conta somente nos créditos do filme, o que mostra que não fez falta alguma.

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Christopher Scott Kyle é conhecido pelo povo americano como o mais letal atirador da história dos EUA, com 160 mortes confirmadas pelo exército, mas que segundo o livro podem chegar até 255.

O filme chega aos cinemas no dia 19 de fevereiro e para fãs de filmes de guerra como eu, vale cada centavo do ingresso.

Escrito pelo soldado Leonardo Roveda

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