Boa tarde, humanos! Hoje vamos falar sobre o que aprendi com

PROCURANDO NEMO

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“OLHA! Um peixe palhaço! Conta uma piada? Hahaha…hah… é acho que ele não é muito bom nisso…”

Bom, vamos lá… como muitas (muitas MESMO) animações, “Procurando Nemo” (Finding Nemo – 2003) começa com a tragédia clichê de todo dia. Tal clichê é igual a (pai + mãe + filhotes + casa nova) menos (assassino cruel – mãe – 99,75% filhotes), que é igual a pai + filhote com probleminhas… e assim a vida segue.

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Como toda boa criança, logo de início Nemo já faz uma cagada e acaba sendo sequestrado por…~~humanos~~:

“- Humanos… Acham que são os reis da parada!
“- Americanos, só pode ser!”

Ainda que não fossem americanos, os humanos realmente sequestraram pobre e aleijado Nemo para levá-lo diretamente a uma prisão/manicômio, onde foi submetido à companhia de loucos aficionados por procedimentos ortodônticos. Ganhou a simpatia dos loucos outros peixes após contar que fora sequestrado do oceano:

“- Uau! A imensidão azul, como é lá?
“- Hmmm… Imenso e… Azul?!”

Enquanto isso, na imensidão azul no oceano, o pai de Nemo corre nada loucamente em busca do filho, até encontrar uma cidadã com problemas de memória, que insiste em continuar em frente, mesmo sem lembrar para onde vai:

“- Continue a nadar, continue a nadar, nadar, nadar… Pra achar a solução? Nadar!”

Após um encontro explosivo com uma galerinha da pesada que arranja altas confusões tubarões com distúrbios de personalidade e problemas de aceitação, a dupla de estranhos encontra uma pista do paradeiro de Remo, digo, Lemo, Memo, Semo (¬¬), Nemo.

Contudo, como “Nem tudo são flores na vida de Joseph“, os sortudos deixam a pista das pistas cair na escuridão escura do mar sem fim. Depois de muito zanzar pelos negros mares encontram, por fim, uma luz de esperança:

“- Dá uma sensação de felicidade…”

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“- Ahhhh a felicidade passou!!” 

Sentindo-se mais leves depois de se borrarem de medo após se livrarem da enorme ameaça e resgatando a pista perdida… conseguem bolar uma estratégia e triangular o paradeiro de Nemo. Com a ajuda de tartarugas chapadonas muito prestativas, conseguem alcançar a Corrente Leste Australiana e chegam em… não sei muito bem… onde é que estamos mesmo?

“- Por que é que homem odeia perguntar?”

Enquanto discutem a filosofia da vida, pessimismo e otimismo, conseguem (sem saber) a ajuda de sua captora, que os leva até Sidney. A fuga é um pouco problemática, mas tudo fica bem no final

“- Tá vazio pela metade…”
“- Eu diria meio cheio…”

Depois de encontros e desencontros, nosso aleijadinho querido peixinho palhaço encontra uma estranha e desmemoriada peixe azul…

“- NEêEêEMOOO?! O.O! Que nome legal..!”

… e quando a mágica acontece e ela finalmente se lembra de alguma coisa, a terceira tragédia do filme ganha vida! Lucy Whitmore Dory cai na rede como uma patinha. Tudo estaria perdido, não fossem os novos conhecimentos de física adquiridos pelo nosso menino fujão!

“- Nadem para baixo! Nadem para baixo!”

Um momento de emoção aqui, uma declaração de amor fraterno ali e pronto, tudo não passa de história, passado, lembrança… sacou? Afinal de contas, no fim do filme todos nós já estamos meio acostumados ao esquema da falta de memória, né?

Assim, posso dizer que aprendi com Nemo que fazer as coisas, movido pela raiva, costuma dar merda! Né? Mas até as merdas que acontecem na vida ensinam coisas importantes para a gente! Não adianta ficar com medo de viver. Ser certinho pode ser seguro, mas é BOOOORING… Não posso deixar de mencionar também, que ninguém é normal! Depois do ensino fundamental NINGUÉM quer saber se você é estranho, então solte a franga! Nade os sete mares, viaje na batatinha, pire nos procedimentos ortodônticos com aquele povo estranho, pire com seus amigos, faça novas amizades! O mundo fora do ninho pode não ser seguro, mas nem tudo na vida será. Viva!! Aprenda com suas cagadas e continue a nadar!

Obs.: Tão sabendo da maior? O peixe lâmpada, aquela coisa tchutchuca, linda do papai, existe mesmo! “Peixe-diabo negro, monstro do mar, um dos vilões do filme ‘Procurando Nemo’… existem muitas formas de nomear o peixe abissal Melanocetus johnsonii, mas até agora, não existiam imagens que honrassem sua fama de criatura submarina aterrorizante”.

Até agora…

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Bom, por hoje é só, pessoal! Ficamos por aqui com mais este “O que aprendi com…”. Até a próxima!

 

Escrito pelo oficial Ig

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