Bom dia, refugiados. Hoje, venho aqui para fazer um breve review, totalmente parcial, sobre “300: A Ascensão do Império”.

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No filme, com a morte do Rei Dario da Persa na Batalha de Maratona, seu filho Xerxes (Rodrigo Santoro) acredita que apenas os deuses seriam capazes de derrotar os gregos. Então, com o auxílio de Artemisia (Eva Green), grega que se volta contra a Grécia, ele torna-se o Deus-Rei para buscar sua vingança. Enquanto Xerxes luta nas Termópilas contra Rei Leônidas e seus 300 espartanos, Artemisia ataca a Grécia pelo mar comandando sua enorme frota. Para resistir a este ataque, os Gregos se unem sob o comando de Temístocles (Sullivan Stapleton), um general ateniense.

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Primeiramente, falando sobre a história e seu desenvolver, o filme me agradou. Grande parte da história se passa na Grécia enquanto Leônidas e os 300 estão lutando, o que traz mais informações sobre o que estava acontecendo longe das Termópilas. O desenrolar da história é interessante e culmina na Batalha de Salamida, uma das importantes batalhas ocorridas durante as Guerras Médicas. No entanto, existem diversos momentos que achei desnecessários e até atrapalharam o desenvolver da história, e outros que realmente poderiam ter sido melhor desenvolvidos, mas não quero entrar em detalhes para não dar spoilers desnecessários.

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O personagem principal deste filme é Temístocles, um general ateniense que busca que a Grécia se una para lutar contra os persas. E aqui as comparações se tornam inevitáveis. Ao menos, quando fui assistir ao filme, eu esperava um personagem realmente forte como foi Leônidas no primeiro filme. No entanto, Temistócles é apenas um personagem ok. Apesar de ter várias passagens ótimas no filme, seus discursos são longes de serem motivadores e não possuiu nenhuma frases de efeito (Sim, eu queria frases de efeito!). Resumindo, é um personagem que você facilmente esquece após alguns dias.

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No entanto, a principal antagonista do filme, Artemisia, interpretada por Eva Green, rouba a cena. Numa interpretação sensacional, Eva Green transforma a comandante das frotas marítimas dos persas na melhor personagem do filme. Importante ressaltar que Artemísia foi uma personagem histórica que realmente existiu, comandou uma pequena frota contra os gregos e era uma exímia combatente, segundo relatos de Heródoto.

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Falando um pouco da fotografia, elemento tão marcante no primeiro filme, aqui ela também não decepciona. Repetindo a fórmula e o visual, ela é utilizada de forma bastante marcante, dando um tom bastante sombrio e retomando aquilo que já havia sido feito em 300. Ao assistir o filme, percebi diversos detalhes de cor e efeitos que tornaram as cenas muito belas e ao mesmo tempo sombias. Acredito que seja o elemento principal que transforma o filme de um “6” para um “7”.

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No geral, “300: A Ascensão do Império” é um bom filme, apesar das críticas negativas que o filme recebeu, ainda que seja apenas uma sombra do primeiro filme (Epic “300” was Epic!).

PS.: Eu queria ouvir This Is Sparta em pelo menos um momento no filme…
PS2.: Existe a frase, mas não como ela deve ser dita!

www.youtube.com/watch?v=p-moM-6S10o

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One Response

  1. Review – 300: A Ascensão do Império | Nerd's House

    […] Bom dia, refugiados. Hoje, venho aqui para fazer um breve review, totalmente parcial, sobre “300: A Ascensão do Império”. No filme, com a morte do Rei Dario da Persa na Batalha de Maratona, seu filho Xerxes (Rodrigo Santoro) acredita que apenas os deuses seriam capazes de derrotar os gregos. Entã… …Leia mais. […]

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