… Ou, Assassin’s Creed tentando ser real.

Thief

Bom, esta semana que passou eu terminei meu primeiro jogo da nova geração de consoles. Neste caso específico, o PS4. E obviamente, não poderia deixar de vir compartilhar minha opnião de merda com voces, certo?
Bem, Talvez eu não tenha escolhido o jogo certo ainda, mas Thief não me pareceu ser um jogo que use todo o poder que o PS4 tem a oferecer. Obvio, que é um jogo bastante sombrio, bem dark… Talvez isso ajude a dar essa impressão de que o jogo “não brilha”, sabe como?
Enfim… Dito um pouco do gráfico, vamos para a jogabilidade. É fácil jogar no PS4. Esse touchpad no controle pareceu ter deixado as coisas muito mais tranquilas e simples. Acessar um item, modificar a arma usada ou qualquer coisa do tipo, ficou interessante pra esse jogo. Não vou entrar muito em detalhes a respeito, vez que nosso general Arthur, logo deve estar passando aqui para escrever sobre o console, ao invés de um jogo!
Quanto ao jogo mesmo, eu já digo de cara: não gostei. O jogo me parece uma espécie de Assassin’s Creed mais dark. E ele tenta trazer umas pitadas de realidade, mas em determinado momento mistura sobrenaturalidade e poderes especiais… E acho que isso simplesmente não casou com o estilo do jogo
Existem outros três jogos da serie Thief, que são anteriores a esse. Eu admito que nunca joguei nenhum deles, e eu sei que esse jogo sempre teve essa proposta do mundo de fantasia steampunk, uma coisa meio que Inglaterra antes da Revolução Industrial, ou qualquer coisa parecida… Mas ainda assim, eu digo que esse jogo poderia ter sido explorado de maneira diferente. Como? Não sei… Mas cada vez que eu parava de jogar o jogo, sentia muito mais vontade de jogar Madden 25 com meu amigo, do que voltar a jogar Thief. O jogo não me cativou.

Thief
E eu sou um gamer estilo RPG. Pra mim, as fases de cada jogo têm que ser separadas, ainda que isso aconteça sutilmente. E eu gosto muito quando a conclusão de algum arco da historia tem um “final boss” pra você enfrentar. Na verdade, sinto falta disso nesses jogos assim. O jogo vai ficando cada vez mais dificil, vai tendo mais guardas, eles vão ficando mais atentos, mais coisas pra você fugir, ok… Mas falta aquele cara fortão, dificil de ser sobrepujado, que faz você ficar vários minutos tentando derrota-lo. As vezes não precisa nem ser na base da porrada. Segue a proposta do jogo, de ser um ladrão, mesmo. Inventa algo, sei lá! 😀 haha…

Thief
Enfim, o jogo não é, nem um pouco, completamente ruim. É um jogo muito divertido, e eu compartilhei o video game com meu roommate. Eu e ele fomos alternando jogos pra ver quem conseguia terminar antes. Por questão de temoi livre, ele venceu. E como ele acabou se envolvendo mais com o jogo, pelo que eu vi, você pode muito bem entrar no papel de Thief e encarnar o Garret na frente da TV e passar a agir como tal. Sério mesmo, chegou um hora que toda vez que ele ia jogar, ele apagava as luzes da sala e colocava um casaco com capuz… E ficava falando baixinho com as pessoas! Freak… Oo

Thief
Existem inúmeros recursos pra que você possa passar de cada estágio ou parte do jogo. Você pode passar o jogo inteiro distraindo os inimigos; derrotando-os na porrada; ou simplesmente sendo furtivo. Tem que ter bastante paciencia e bom controle dos botões, pra saber a hora certa de deslizar, de correr, de apagar uma tocha, etc.

Thief
De qualquer forma, não é um jogo que eu compraria novamente e definitivamente, se depender de mim, não teremos Thief no Bunker quando o apocalipse zumbi acontecer! 
Ainda assim, digo que esse texto é apenas a minha opinião sendo publicada e encorajo cada um de vocês a buscarem o jogo e experimentarem a sensação de ser um ladrão furtivo e esguio. Principalmente se você for fã de jogos como Assassin’s Creed.

Fico por aqui, espero logo escrever sobre um game de tirar o fôlego e até a próxima, refugiados!

Paulo Gomes, O Gatuno

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